Chá de bebê do Enri

O chá de bebê do Enri, que está chegando em breve, foi super bonito, com direito a ambientação com muito verde e decoração com itens ecológicos. Lorena, professora e advogada ambientalista caprichou na temática da festa e nas lindas lembranças: mudas de ipê rosa. Parabéns aos pais: Érlon e Lorena. Que Enri seja muito bem-vindo!

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₢Todos os direitos reservados para Maria Thereza Soares.

Portfólio online

Publicado portfólio hospedado no Lens Culture ❤

A série Still life, still photography é um trabalho em produção, iniciado em 2012. Trata da relação entre o tema de pintura de natureza morta e a fotografia, inspirando-se em flores e outros elementos.

A primeira série “Sitll life, still photography” já conta com algumas imagens.Confiram:

https://www.lensculture.com/projects/85432-still-life-still-photography

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Algumas imagens que realizo são imagens ao “acaso” (lembrando que o acaso não é tão descuidado assim, afinal não acredito que imagens são feitas por acidente, por assim dizer), portanto são imagens em que me deparo com um feito imprevisto e  um resultado interessante. Assim surgem as Imagens ao vento, que vem se formando ao longo dos tempo, se somando a uma “quase série”. Aos poucos, vão se unindo, sem um fio condutor, apenas o resultado do inesperado. Irei divulgá-las aqui aos poucos, sem pressa, sem pretensão, sem legenda e sem explicação. Só a imagem, tal como ela deve ser lida. Fica aqui o convite para a leituras abertas sobre as imagens.

 

Sem título
Sem título

 

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I Exposição Fotográfica Integração e Cidadania

Natureza é retratada em fotografias em exposição coletiva do Fórum de São Luís.

O tempo (Vanitas)
O tempo
Entre as 71 imagens produzidas pelos 18 participantes da I Exposição Fotográfica Integração e Cidadania, aberta ao público no Fórum Desembargador Sarney Costa (Calhau), até o dia 5 de dezembro, está o trabalho da fotógrafa maranhense Maria Thereza Soares. São imagens em que ela estabelece uma relação entre fotografia e a natureza, por meio da sua representação simbólica, no caso, flores.Maria Thereza Soares está expondo três fotos intituladas “O tempo”, “Bem-me-quer” e “Mal-me-quer”. Segundo ela, a proposta da série não é transformar a fotografia em pintura ou vice-versa, mas dialogar com as bases provenientes da pintura para a realização das imagens, sem a tentativa de apropriar-se de uma imagem específica, partindo apenas do conceito e elementos e suas possíveis transposições para o mundo atual, utilizando como suporte a fotografia digital, luz natural e objetos do dia a dia.
Bem-me-quer
Bem-me-quer
Mal-me-quer
Mal-me-quer
Formada em cinema e vídeo pela Universidade Federal Fluminense, Maria Thereza Soares também estudou Imagem, na École Nationale Superiéure Louis Lumière, em Paris (França). Em São Luís, a fotógrafa idealizou vários projetos, destacando-se entre eles a exposição fotográfica “Viagens”, realizada no Parque Botânico Vale, em 2013; e “A história e a técnica da fotografia digital”, contemplado no programa Mais Cultura, desenvolvido nas escolas pelos ministérios da Cultura e da Educação em 2014.Em 2012, dirigiu o videoclipe “Mar de Rosas” e foi autora do ensaio do CD “No Movimento”, ambos da cantora Flávia Bittencourt. É curadora e idealizadora da 1ª Mostra Fotográfica de São Luís, que será realizada em 2015.
Exposição Integração e Cidadania – a exposição está aberta público de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h, galeria Celso Antônio de Menezes, localizada no hall do Fórum de São Luís (Calhau). A iniciativa é uma parceria da diretoria do Fórum e Corregedoria Geral de Justiça e tem a finalidade de fomentar a arte junto à comunidade jurídica.Azenate Sousa
Núcleo de Comunicação do Fórum de São Luís
(98)3194-5650
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Por que autorretrato?

Ao longo da trajetória da história da arte, muitos pintores se retrataram em diversos períodos e movimentos. De uma maneira geral, os autorretratos eram vistos como exercícios técnicos. A fotografia, bebendo nesta primordial fonte de referências, seguiu e segue nesta tradição, num infinito processo de ressignificação. O tema do autorretrato na fotografia contemporânea é abundante em produção, porém um pouco escasso em reflexões e literaturas. Mas, por que se autorretratar?

Nomes de fotógrafos evidenciados pela obra voltada ao gênero são diversos, em diferentes períodos históricos: a mítica norte-americana Francesca Woodman (1958-1981), a recém-revelada-e-já-cultuada babá fotógrafa-de-final-de-semana Vivian Maier (1926-2009) e, mais célebre de todas, Cindy Sherman (nascida em 1954). E a lista continua interminável. Aqui no Brasil, podemos apontar para os trabalhos relevantes de Fernanda Magalhães, Helenbar, Luiza Bulamarqui, Sheila Oliveira, entre outros.

O selfie (palavra do ano do dicionário Oxford, 2013) pode facilmente ser associado ao estereótipo que segue numa fórmula quase universal: jovens + redes sociais + ostentação + exibicionismo = mais do mesmo. O interesse está restrito ao círculo de conhecidos e lá se encerra.

Algumas enumerações de características próprias do selfie podem ser apontadas: espontaneidade, narcisismo, superficialidade, o ângulo de tirada de fotografia restrito ao alcance do braço (sem muitas possibilidades de variação), a pessoa está segurando a câmera (identificável pela presença do braço nos cantos da foto), baixa qualidade de imagem (câmera de celular), pessoa só ou em grupo. Hoje em dia, os selfies se estenderam aos vídeos de curta duração, cuja plasticidade se assemelha à da fotografia. Ambos feitos com intuito de autopromoção e para compartilhamento em redes sociais. Que linguagem é essa? Que narrativa?

 

Stanley Kubrick
Antes de se tornar cineasta, Stanley Kubrick era fotógrafo e já fazia autorretrato.

É bastante comum que os fotógrafos produzam autorretratos: Stanley Kubrick (antes de se aventurar no cinema, ele era fotógrafo e tinha obsessão estendida à cinematografia e teve uma lente produzida pela NASA especialmente para as filmagens à luz de velas de Barry Lyndon), André Kertész, Jacques-Henri Lartigue e assim vai.

 

Voltando às características singulares dos autorretratos, pode-se apontar: uma pessoa se retrata utilizando uma câmera, que pode estar aparente na foto ou não (a pessoa pode usar o temporizador ou controle remoto), sua silhueta refletida, sua sombra marcada, como mostram as imagens de Vivian Maier.

 

Vivian Maier
Série de autorretratos de Vivian Maier, explorando elementos característicos do gênero: espelhos, sombras, silhuetas e retrato sem câmera aparente.

 

O que separa, então, um selfie de um autorretrato?

Ambos têm narrativas e linguagens próprias. Tendo definido um selfie e um autorretrato, agora parte-se para a versão mais artística do autorretrato e suas particularidades: um fotógrafo, ao se retratar para uma série, elege se despir de sua vaidade ou não; não há necessidade de sorriso nem da busca do ângulo mais fotogênico; a tomada fotográfica não precisa ser imediata ou espontânea; a pessoa opta por estar presente na foto e como será sua presença; caso o fotógrafo opte por estar ausente em corpo, ele marca sua presença por meio dos objetos que irão representá-lo; representação total ou parcial do corpo; a pessoa utiliza o corpo enquanto matéria de elaboração da obra. Por trás da imagem há uma operação.

 

 

Série Nos templos do Armário, de Luiza Burlamaqui (2009)
Série Nos templos do Armário, de Luiza Burlamaqui (2009)

 

Na fotografia, como em qualquer campo das artes, sejam elas visuais ou não, a verdadeira arte não é gratuita. Nada está lá por acaso. Existe um porquê. O autorretrato é um processo subjetivo, criativo, solitário e que demanda um procedimento. Pode resultar de experiências, fantasias, vivências, sonhos e sensações. Por isso, não se pode confundir um autorretrato com um selfie simplesmente, e vice-versa. Basta ver e observar.

 

 

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Agradecimentos mais que especiais para: Tassia Valente, Luiza Burlamaqui e toda equipe da revista ❤

Artigo escrito por mim para publicação da REVISTA INSIGHT PHOTO edição #3, projeto contemplado pelo edital XII Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (2013).

Para quem quiser acompanhar mais o projeto e ler toda a revista, passa acessar www.revistainsightphoto.com

Editoria: Layo Bulhão

Curadoria:

Márcio Vasconcelos

Dinho Araújo

Carolina Libério

 

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Projeto Biojóias – linha Flora

Este ensaio foi realizado para registrar o belíssimo projeto Biojóias: Cerâmica Artesanal e Design Social, desenvolvido pela Professora Mestre e Pesquisadora Luciana Caracas juntamente com alunos do curso de Design da Universidade Federal do Maranhão. As biojóias são feitas em parceria com o Grupo Arza, constituído por mulheres artesãs da comunidade da Vila Embratel e Sá Viana.

O projeto relaciona produção artesanal, inovação, design e cultura local, sob uma perspectiva social visto envolver mulheres artesãs em busca de trabalho e renda através da produção de biojóias e acessórios de moda artesanais. As atividades envolvem a criação, o aprimoramento e a divulgação dos produtos, tendo como ferramenta o Design. Inova o trabalho já desenvolvido pelo grupo através da inserção de peças em cerâmica , vitrificadas ou não, e da utilização de conceitos estético-formais relacionados às iconografias Maranhenses e às linguagens contemporâneas. È um processo educativo em que se discute design e aspectos como planejamento, qualidade, reconhecimento e valorização de peculiaridades, etc. A parceria é importante por promover, entre outros: qualificação profissional; geração de novas perspectivas de mercado, trabalho e renda; experiências significativas para os envolvidos, pois trata de um sistema produtivo real, com a prática de técnicas artesanais características da cultura local; vivencia de relações de trabalho em grupo comunitário e valorização das especificidades locais.

Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes
Modelos: Larissa Portela e Suzany Ximenes

Biojóia 08 (2)

Todos os direitos reservados para Maria Thereza Soares.

Do que eu falo quando falo de leitura

Esse ensainho foi feito em pouco tempo, pois a amiga-escritora-jornalista-muito-querida Tássia passou pouco tempo na cidade. Ela escreve um blog bem legal sobre literatura juntamente com a Mayumi. O blog é este aqui e eu já acompanho Do que eu falo quando falo de leitura. Indico fortemente. Deste ensaio tem livro meu e dela: a Tássia me deu A elegância do ouriço (que eu já li) e eu levei o meu Amor nos tempo dos cólera (que ela adora). Ela me emprestou O apanhador no campo de enteio. Todos os livros que compuseram o ensaio são os preferidos dela. Foi muito bacana e um prazer ter colaborado com o projeto dela 🙂

 

 

Montagem que a Tássia fez com as fotos
Montagem que a Tássia fez com as fotos

OBS.: O livro sendo folheado é A elegância do ouriço, de Muriel Barbery. Livro com capa multicolorida: Frenesi polissilábico, de Nick Hornby.

 

Todos os direitos reservados para Maria Thereza Soares e Tássia Valente.

 

Smash the cake

Ensaio smash the cake para decoração da festinha de 1 ano do Enzo. Com o tema muito fofo do Pequeno Príncipe, a sessão fotográfica foi realizada com direito a roupinha especialmente feita para combinar. A participação dos pais Alysson e Célia foi essencial para esta sessão. Foi muito divertida a sessão, com troca de cenário e muito bolo!

Enzo - Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo - Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo - Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo - Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo – Pequeno Príncipe
Enzo e os papais
Enzo e os pais: Alysson e Célia

 

Todos os direitos reservados para Maria Thereza Soares.

 

Aniversário de 1 ano do Enzo

Registros do aniversário de 1 aninho do Pequeno Príncipe Enzo. A festinha foi toda decorada com o tema do livro de Antoine Saint-Exupéry, com detalhes para rosas vermelhas, para raposas, para as frases do livro e para a coroa do príncipe. A festinha teve direito a um espetáculo muito divertido de mágica, além de muitas coisas gostosas.

 

Aniversário de 1 ano Enzo  (1)
Aniversário de 1 ano do Enzo
Aniversário de 1 ano Enzo  (13)
Aniversário de 1 ano do Enzo
Aniversário de 1 ano Enzo  (45)
Aniversário de 1 ano do Enzo
Aniversário de 1 ano Enzo  (68)
Aniversário de 1 ano do Enzo
Aniversário de 1 ano Enzo  (365)
Aniversário de 1 ano do Enzo

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Curso de Fotografia no Liceu Maranhense

Iniciado no final do mês de julho, o curso A história e a técnica da fotografia digital está sendo realizado na tradicional escola Liceu Maranhense gratuitamente. O curso é voltado para alunos do ensino médio (somente desta escola) e atenderá 150 estudantes, sendo distribuídos ao longo de seis meses. As aulas, em parceria com o professor e pesquisar Diogo Azoubel, abordam questões das origens e da experiência prática da fotografia. O projeto conta com câmeras digitais para os alunos, com saídas para exercícios práticos em pontos diversos da cidade de São Luís. ao final do curso, haverá uma exposição com fotografias de todos os alunos participantes: local e data a serem definidos.

 

Para informações, deixe um comentário ou escreva para: fotografialiceu@gmail.com

Curso de fotografia digital
Curso de fotografia digital